Urgente: PERIGO de acidente nuclear na Ucrânia

Urgente: PERIGO de acidente nuclear na Ucrânia

Rússia ordenou a saída de famílias – particularmente crianças, idosos e pessoas portadoras de deficiência – das áreas sob seu controle no sul da Ucrânia. A medida, justificada pela intensificação dos bombardeios originários do lado ucraniano da linha de frente, deve afetar 18 localidades e cidades.

A administração designada pela Rússia para a região de Zaporizhzhia, comandada por Yevgeni Balitski, anunciou a evacuação temporária nas redes sociais. A cidade de Energodar, que abriga a usina nuclear de Zaporizhzhia, está entre as localidades afetadas pela decisão.

Controlada pelo exército russo desde março de 2022, a usina tem sido alvo frequente de bombardeios, despertando temores de uma catástrofe nuclear. Agora, há indícios de que a usina foi atingida, acarretando riscos de um acidente em nível continental.

As consequências de tal acidente poderiam ser devastadoras, possivelmente tornando a região inabitável por mais de 400 anos. No segundo semestre do ano passado, as autoridades de ocupação russas já haviam anunciado uma evacuação parcial de Kherson, pouco antes de uma contraofensiva que permitiu às tropas ucranianas reconquistar a capital regional.

Tanto a Rússia quanto a Ucrânia estão atualmente em disputa pelo território, agravando ainda mais a situação. As duas nações estão atacando uma à outra, em um conflito que parece estar longe de uma resolução pacífica. A comunidade internacional observa com preocupação o desenvolvimento da situação, com o temor de que a crise possa se aprofundar ainda mais.

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Chernobyl vai se repetir?

A história de Chernobyl é um dos momentos mais infames e desastrosos da história da energia nuclear. O acidente na usina nuclear de Chernobyl aconteceu na madrugada de 26 de abril de 1986, na cidade de Pripyat, na Ucrânia, que então era parte da União Soviética.

O acidente ocorreu durante um teste para ver se os sistemas de emergência da usina poderiam fornecer energia suficiente para manter o resfriamento dos reatores no caso de uma falha de energia total. No entanto, devido a uma série de falhas de segurança e violações de protocolos, uma reação em cadeia descontrolada foi desencadeada no reator número 4, causando uma explosão e um incêndio que lançou grandes quantidades de partículas radioativas na atmosfera.

As consequências imediatas foram catastróficas. Dois funcionários da usina morreram no dia do acidente e 29 mais morreram nos dias seguintes devido à exposição à radiação aguda. O incêndio resultante levou nove dias para ser contido, e durante esse tempo, partículas radioativas foram carregadas pela atmosfera por grande parte da Europa Ocidental e da União Soviética.

Nos meses e anos seguintes, os esforços para conter a radiação e prevenir um acidente semelhante envolveram mais de 500.000 trabalhadores, conhecidos como “liquidadores”, e custaram dezenas de bilhões de dólares. Muitos desses trabalhadores sofreram graves efeitos de saúde devido à exposição à radiação.

Os efeitos do desastre de Chernobyl na saúde humana e no meio ambiente foram imensos. Milhares de pessoas foram expostas à radiação, resultando em uma variedade de problemas de saúde, incluindo câncer e deformidades de nascença. A área ao redor da usina, conhecida como a “Zona de Exclusão de Chernobyl “, permanece em grande parte desabitada devido aos altos níveis de radiação.

Além disso, o acidente de Chernobyl teve um impacto significativo na política, economia e percepção pública da energia nuclear. Ele impulsionou mudanças nas políticas de segurança nuclear e levou muitos países a repensar ou reverter seus programas de energia nuclear.

A cidade de Pripyat, uma vez lar de 49.000 pessoas e construída para abrigar os trabalhadores da usina e suas famílias, agora é uma cidade fantasma, com prédios abandonados e veículos que servem como um lembrete sombrio do desastre.

Apesar do desastre, a usina de Chernobyl continuou a produzir eletricidade até dezembro de 2000. Desde então, esforços contínuos têm sido feitos para desmantelar a usina e lidar com os resíduos radioativos. Em 2016, um enorme sarcófago de confinamento foi concluído para cobrir o reator e impedir a liberação adicional de material radioativo.

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